Deus é Fiel

Deus é Fiel

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Subsídio para aulas da EBD – A Origem da diversidade cultural da humanidade


Subsídio para aulas da EBD – A Origem da diversidade cultural da humanidade
No período da primeira civilização, ou seja, a civilização anterior ao dilúvio, o pecado se manifestou pela maldade, isto é, por atos perversos e cruéis. Também por atos de corrupção e violência. Já no período pós-dilúvio além destes pecados a narrativa histórica expõe que a construção da torre de babel se formalizaria em culto idólatra. Portanto, aqui suje a idolatria no contexto histórico da humanidade. Imagine quantas consequências à humanidade já sofreu por causa do pecado da idolatria, adorando aquele que não nada pode fazer (Sl 115. 4-8).
I – A TORRE DE BABEL
Assim como dos descendentes de Caim houve indivíduos que somaram com conquistas no campo das ciências, também dos descendentes de Cam surgiram nomes que de certa forma contribuíram com conquistas que viesse a ajudar as demais civilizações. Ninrode segundo fatos históricos seria o primeiro a domesticar animais, fato que é importante até os dias atuais.
 Havia uma única língua falada, logo não existiam barreiras culturais e nem geográficas. Por não haver barreiras geográficas o mandamento cultural de povoar a terra demonstrava que não seria obedecido.
Para não haver dispersão (provavelmente por Ninrode, segundo alguns estudiosos) foi planejada a construção da torre de Babel.  Construção que ratifica a presença do orgulho, pois “ vinde, edifiquemos para nós uma cidade e uma torre cujo tope chegue até aos céus e tornemos célebre o nosso nome, para que não sejamos espalhados por toda a terra” Gn 11.4.  
O pastor Andrade enfatiza:
A soberba adora monumentos. Faraó ergueu as pirâmides. Nabucodonosor, os jardins suspensos. Nero, a nova Roma. Quanto aos governantes atuais, constroem grandes edifícios, mas são incapazes de estender, aos mais pobres, serviços tão básicos e mínimos como redes de água e esgoto (p. 103).
II – A CONFUSÃO DE LÍNGUAS
O povo era um, de mesma língua e com um único propósito edificar uma cidade e uma torre cujo cume tocasse nos céus (Gn 11. 4). A união não é algo ruim, mas aquela geração tinha como meta opor se a autoridade de Deus. Com propósitos opostos a vontade de Deus, assim sendo Deus confundiu a língua daquela geração para que um não entendesse a linguagem do outro.
O capítulo 10 de gênesis relaciona os descendentes de Noé conforme “sua famílias, segundo suas línguas, suas terras e suas políticas” (Gn 10.5, 20, 31).
a)        Segundo suas famílias; corresponde a questão etnológica, ou seja, a origem antropológica, racial. Assim sendo os três troncos da povoação da terra: Sem, Cam e Jafé.
b)        Segundo suas línguas; corresponde a questão glotológica, ou seja, a origem de cada povo estava inteiramente relacionada à suas origens e formação.
c)          Segundo suas terras; que corresponde a questão geográfica, ou seja, a posse de terras pelos povos pós-dilúvio.
d)        Segundo suas nações; que corresponde a questão política. Administração de um grupo por representação de uma pessoa com caráter governamental.
III – A MULTIPLICIDADE LINGUÍSTICA E CULTURAL
Uma única língua falada outorgaria como vantagem o conhecimento sem os perigos que representam as traduções (ANDRADE, p.104), porém como desvantagem haveria facilidade dos descendentes de Cam desviar a atenção dos descendentes de Sem e Jafé (ANDRADE, p. 105).
A construção da torre demonstrava que havia um medo por parte daquela geração. O medo era concernente a um novo dilúvio, mas mesmo assim os homens daquela geração buscaram satisfazer a coragem na ação humana do que em buscar e confiar em Deus.
Portanto, pelo Evangelho Deus busca unificar a humanidade e não há barreira para a pregação do Evangelho transformador de Cristo Jesus.
No primeiro instante o orgulho e a autossuficiência revelaram que a geração do pós-dilúvio tinha esquecido a aliança que Deus havia feito com Noé.
 Mesmo com o dilúvio vindo sobre a terra os homens continuaram com os antigos hábitos que desagradava à pessoa de Deus.  Deus não muda, Ele é o mesmo ontem, hoje e eternamente (Hb 13.8).
Portanto não deixemos que os pecados desta geração cause em nós separação para com a pessoa de Deus.
Referência
ANDRADE, Claudionor. O Começo de todas as coisas, estudo sobre o livro de Gênesis. Rio de Janeiro: CPAD, 2015.

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Subsídio para aulas da EBD – Bênção e Maldição na Família de Noé


Subsídio para aulas da EBD – Bênção e Maldição na Família de Noé
A verdade prática cita duas atitudes que foram definitivas para que Cam perdesse a herança, a irreverência e a falta de respeito.
Da mesma forma a introdução sintetiza duas medidas a serem desenvolvidas através da educação familiar: as consequências do mau uso do vinho e do deboche, e a introdução é finalizada com a seguinte frase: eduquemos a nós mesmos e aos nossos filhos.
Logo, fica a seguinte pergunta: como educar a nós mesmos?
I – A VINHA DE NOÉ
O primeiro tópico se desenvolve em análise a quatro personagens: Noé, Sem, Jafé e Cam.
Dentre as qualidades de Noé a que primeiramente deve ser foca é a sua fé (Hb 11.7), e pela fé Noé foi avisado a respeito das coisas que não se viam, e pela mesma temeu para salvação da sua família e obediência à sua missão. Na vida do cristão o que é importante não é o que ele mesmo fala de si e nem o que os outros dizem dele, e sim o que o Senhor fala a seu respeito, e sobre Noé Deus descreve a sua justiça (Ez 14.14), Noé era um homem justo, logo era íntegro, imparcial, e andava conforme a justiça, e para agradar a Deus o cristão tem como missão, viver em justiça (Sl 101.6) e principalmente ser justo no andar (Pv 14.2). E a terceira qualidade de Noé é a obediência. Por 120 anos o mesmo trabalhou na confecção da arca e mais tempo foi dedicado à pregação de arrependimento a sua geração.
Já Sem e Jafé foram respeitosos ao erro do pai, pois não escandalizaram, mas ao contrário agiram com amor.
O presente tópico apresenta o erro de Noé em se entregar ao vinho, e como consequência o erro do pai gerou o erro do filho. Noé embriagado desnuda-se proporcionando o deboche de Cam. Cam representa aqueles que ao vê alguém em opróbrio não age para ajudar, mas age para aumentar a vergonha.
O termo oinos, do grego vinho, foi utilizado pela igreja primitiva em referência ao suco fresco da uva, porém, a palavra oinos pode definir o vinho fermentado e o não fermentado. Para os cristão é necessário saber que o uso do vinho fermentado proporciona consequências muitas das vezes irreparáveis, como por exemplo: a perca dos sentidos, a desordem e a violência.
II – O JUÍZO DE NOÉ SOBRE A IRREVERÊNCIA DE CAM
A maldição proferida a Cam foi diretamente anexada aos seus descendentes, maldito seja Canaã, servo dos servos seja aos seus irmãos. Logo, duas foram as percas concernente ao ato desaprovado de Cam:
A primeira perca confere em ser servo dos servos (Gn 9.25).
A segunda perca confere em não receber as terras destinadas aos filhos de Abraão.
Os descendentes de Cam fundam as civilizações do Egito e da Etiópia, porém mesmo assim, as percas foram maiores.
Quem ama instrui, educa e disciplina. Ou seja, quem ama orienta mostrando o caminho, andando no caminho e corrigindo no caminho.
III – CUMPRE-SE A MALDIÇÃO DE CANAÃ
Cam teve quatro filhos: Cuxe (fundador da Etiópia), Mizraim (fundador do Egito) Puxe (fundador da Líbia) e Canaã, deste os cananeus, que já não existem.
A bênção de Sem se concretizou na nação de Israel em conquistar a terra prometida. E Jafé é participante da bênção, pois a sua possessão se alargou da Europa à América.
Portanto, nos atuais conflitos percebe os três troncos da humanidade relembrando a bênção de Noé a seus filhos.
Palavra Final
A causa de nossos fracassos está em nós mesmos.
Fracassos por não amar, não respeitar, não instruir, não educar e não reverenciar.
Resultados são provenientes de escolhas. Noé escolheu plantar uma vinha. Da vinha Noé escolheu produzir o vinho fermentado. Cam escolheu debochar do seu pai. E com tanta escolha errada as consequências vieram sobre os descendentes de Cam.
Portanto, se a escolha pós o plantio fosse diferente os resultados também seriam diferentes.

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Eu sou o que a Bíblia diz que eu sou: Sacerdote


Eu sou o que a Bíblia diz que eu sou: Sacerdote
Texto: Então respondeu Eli e disse: vai em paz, e o Deus de Israel te conceda a tua petição que lhe pediste (1 Sm 1.17).
O apóstolo Paulo instrui o jovem Timóteo a respeito da oração (1 Tm 2.1-8) utilizando quatro termos para a compreensão do valor da oração em apenas um versículo (v.1). Deprecações, isto é, súplicas em favor da necessidade pessoal. Orações, ou seja, diálogo ou preces. Intercessões sugere aproximar-se com confiança. E por último, ações de graças, isto é, uma atitude de louvor a Deus por todos os feitos para com os teus.
A presente narrativa (1 Sm 1), faz contraste entre um sacerdote e uma esposa triste por não ter filho. Ana desenvolveu ações sacerdotais, pois ela realizou deprecações para suprir as suas necessidades. Já o sacerdote Eli em sua palavra outorgou bênçãos à pessoa de Ana.
Atribuições do sacerdote
No Antigo Testamento o homem deveria aproximar se de Deus através de um sacrifício e manter-se junto de Deus por meio da intercessão. O sacerdote era responsável pelo sacrifício e também pela intercessão. Logo, o sacerdote era o elo entre o homem e Deus. Ao contrário do profeta que era o elo entre Deus e o homem.
1- Sacrifício.  A principal função que vem a nossa mente do sacerdote é o sacrifício. Pois, o sacerdote tinha como principal função a de sacrificar, ou seja, oferecer vítimas a Deus. Porém, o sacrifício era incompleto, pois o sacerdote se apresentava constantemente perante Deus com sacrifícios.
No dia dez do sétimo mês, no contexto histórico da nação israelita no Antigo Testamento o sumo sacerdote tinha a oportunidade de entrar no Santo dos Santos para interceder por meio do sacrifício o perdão para com o povo (Êx 30.10, Hb 9.7, Lv 16).
2- Intercessão. Se a principal função de um sacerdote era o sacrifício. A ideia fundamental do sacerdote era a de um mediador entre o homem e Deus. Isto é, o sacerdote levava a Deus as necessidades dos homens e por meio de orações colocava o indivíduo diante de Deus. O homem chegava-se a Deus por meio de um sacrifício e se mantinham diante de Deus por meio da oração. Tanto o sacrifício e a intercessão cabiam ao sacerdote e por meio de tais ações o indivíduo aproximava-se de Deus.
Por meio do sacrifico Deus perdoava o indivíduo e pela intercessão Deus santificava o indivíduo. Seria hoje a conversão que é à saída do homem do mundo e também seria a santificação que é à saída do mundo de dentro do cristão. Logo, o perdão do pecado do povo era realizado por meio do sacrifício e por meio da intercessão.
Orações que não são respondidas
Porém, há muitas orações que não são atendidas pelas seguintes verdades:
a) Orações que são feitas com palavras repetitivas e vazias.
b) Orações que são feitas com corações ambiciosos. “Pedis e não recebeis, porque pedis mal, para o gastardes em vossos deleites” (Tg 4.3).
c) Orações que são feitas com amargura no coração por alguém. “Quando estiverdes orando, perdoai se tendes alguma coisa contra alguém, para que também vosso Pai que está no céu, vos perdoe as vossas ofensas” (Mc 11.25-26).
Orações que são respondidas
Porém, há muitas orações que são atendidas pelas seguintes verdades:
a) Orações que são feitas segundo a vontade de Deus. “E esta é a confiança que temos nele, que se pedirmos alguma coisa segundo a Sua vontade, Ele nos ouve” (1 Jo 5.14).
b) Orações que são feitas em nome de Jesus. “E tudo quanto pedirdes em meu nome, eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho. Se me pedirdes alguma coisa em meu nome, eu a farei.” (Jo 14.13,14).
c) Orações que são feitas enquanto há plena comunhão entre cristão com Deus e com a palavra. “Se vós permanecerdes em mim, e as minhas palavras permanecerem em vós, pedi o que quiserdes, e vos será feito” (Jo 15.7).
Palavra Final
Sacerdotes são homens e mulheres que dedicaram suas vidas para exercerem um ministério sólido e perfeito. Porém, o sacerdócio perfeito e superior foi exercido pelo Senhor Jesus para que a igreja passasse a ser o representante direto dEle com a responsabilidade de pregar, ensinar e interceder por todos.

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Subsídio para aulas da EBD – O Início do Governo Humano


Subsídio para aulas da EBD – O Início do Governo Humano
A verdade prática é categórica em afirmar que Deus instituiu autoridades e leis, a fim de preservar a sociedade humana de uma depravação total e irreversível.
Deus também chamou para o serviço ministerial homens que tiveram sua vocação manifesta na vida pública. O chamado de José foi revelado ao mesmo por meio de sonhos. E quando se cumpriu José honrou ao Senhor com a postura de servo obediente a Deus, não se envergonhando da sua origem e nem da sua missão. Para cada tempo Deus tem seus servos que serão líderes certos para o tempo certo. Todas as coisas obedecem a Deus (Sl 119.91) nada lhe é oculto, pois o Senhor está no controle de tudo e de todos. Portanto, é fundamental que cada líder de estado ou de qualquer outra instituição tenha dependência direta de Deus para serem bem-sucedidos na sua missão.
Portanto, a vida pública se inicia no período pós o dilúvio. Período em que o governo humano passaria a perdurar.
UM NOVO COMEÇO
Três são os destaques que indicam um novo começo:
Primeiro, o relacionamento entre o homem e a natureza.
Segundo, uma nova dieta.
Terceiro, o reafirmar do mandamento cultural.
Após o dilúvio, o ser humano passou de zelador para destruidor da terra. Com o surgimento de novas tecnologias e para manter as mesmas com profundas inovações, o ser humano em cada civilização passou a extrair e a extrair de maneira inconsciente. Logo, o planeta passou a sofrer e a gemer com tais atitudes desenvolvidas. Outro fator notável é a relação dos animais, se até o dilúvio existia harmonia entre os animais e o homem, pós o dilúvio haveria desarmonia entre ambos.
O segundo destaque indica que a dieta vegetal seria troca para o consumo baseado na dieta animal.
Já a reafirmação do mandamento cultural nomeia como representante da raça humana a pessoa de Noé. O mandamento cultural corresponde com a reprodução, ou seja, os casais que sobreviveram o dilúvio deveria povoar a terra. E de Noé e seus dois filhos a terra chegaria hoje a mais ou menos sete bilhões de habitantes.
O ARCO DE DEUS
Pacto é um termo sempre presente na narrativa bíblica e às vezes o termo utilizado é aliança, portanto, pacto significa aliança feita entre duas ou mais pessoas. Os pactos na Bíblia sempre indicam aliança entre Deus e alguém. O pacto feito entre Deus e Noé abrange os tempos e revela que haverá o fim.
O pacto é abrangente, pois após as chuvas o arco aparece nas nuvens.
E revela que haverá um fim, porque não será mais destruída toda carne pelas águas (Gn 9.11). Não será destruída toda carne, esta primeira descrição indica que em momentos futuro haveria fortes chuvas e algumas pessoas morreriam por causas delas. Já a segunda descrição, não haverá mais dilúvio para destruir a terra que está associada com a primeira, não será destruída ... pelas águas, indica que a terra será de alguma forma destruída.
O PRINCÍPIO DO GOVERNO HUMANO
Após o dilúvio Deus estabelece o governo humano tendo como objetivo o governo do planeta com justiça. Governo este desenvolvido pelo o homem. Para que houvesse êxito neste governo o homem deveria governar com total dependência de Deus.
Os governos teriam como missão, governar as civilizações em plena santidade diante de Deus. De fato os líderes eram instrumentos de Deus e Deus seria o verdadeiro legislador da terra. Porém, na prática os governadores em sua maioria não compreenderam a missão na qual eles estavam inseridos e por desconhecerem fracassaram em suas vidas espirituais. Portanto, conclui-se que os governos deveriam proporcionar abundância em tempo de crise e servir a Deus.
Palavra Final
Os reis foram levantados por Deus para servirem ao Senhor por meio de ações no cenário público. Não cabe a instituição, Estado, perseguir por meio de leis a Igreja, pois a Igreja tem suas obrigações perante o Estado e o Estado tem suas obrigações perante a Igreja. Por outro lado, os cristãos não poderão transformar a Igreja em um departamento do Estado. Tanto a Igreja como o Estado pertence ao Senhor, porém a natureza, a vocação e a missão de ambos são diferentes. Estado é Estado e Igreja é Igreja.

sábado, 14 de novembro de 2015

Daniel optou por não se contaminar


Daniel optou por não se contaminar
Texto: E entre eles se achavam, dos filhos de Judá, Daniel, Hananias, Misael e Azarias (Daniel 1.6).
Daniel foi levado cativo para a Babilônia, e no desenrolar dos fatos históricos o jovem se transformou em um grande líder e também se tornou conhecido como um grande profeta de Deus.
O profeta Daniel foi usado por Deus para revelar fatos que o alça ao título de profeta contemporâneo, pois sua mensagem corresponde com fatos que aconteceram, estão acontecendo e hão de acontecer.
CONHECENDO O LIVRO
O livro de Daniel poderá ser dividido em duas partes: a narrativa e a apocalíptica.
Na narrativa (Daniel 1-6) os relados da obra correspondem com a vida de Daniel e com pessoas próximas ao profeta.
Já na segunda parte, a apocalíptica, temas como: as setentas semanas, o anticristo e o prenúncio do tempo do fim, tornam-se centrais.
Daniel e seus três amigos são destaques na narrativa bíblica no que corresponde a temática integridade e fidelidade para com Deus. Portanto, a formação moral e espiritual de Daniel e seus amigos são frutos da educação dos seus pais.
UMA RESTROSPECTIVA HISTÓRICA
Até os sacerdotes no período histórico em estudo se afastaram de Deus. Sendo que a função sacerdotal era aproximar Deus do povo, os próprios sacerdotes estavam longe da presença de Deus.
As três incursões do rei da Babilônia contra Judá:
a) a primeira etapa; no ano de 606 a.C, onde que os tesouros do templo foram levados (2 Cr 36.7) e também a elite de Judá: o rei Joaquim, os oficiais da corte e entre eles Daniel e seus três amigos (Dn 1.1-7).
b) segunda etapa; no ano de 597 a.C, Jerusalém foi pela segunda vez invadida pelos babilônicos e desta vez foram conduzidos 10.000 homens para Babilônia entre eles Ezequiel (2 Re 24.14).
c) terceira etapa; no ano 586 a.C, pela terceira vez Jerusalém é invadida e desta vez o templo e a cidade são destruídos. Ficando na cidade apenas os pobres (2 Re 25.12).
A FORÇA DO CARÁTER
O cristão não poderá perder a conformidade com Deus por nada desta vida. Ter conformidade com Deus é ser justo, reto e conhecer a Deus. O indivíduo que possui conformidade com Deus não se deixa levar por cultura contrária à Palavra. Daniel e seus amigos não usufruíram da comida do rei por que iria de contra partida ao princípio espiritual dos jovens.
Além de terem conformidade com Deus os jovens demonstraram maturidade. Resultados são provenientes de escolhas. Os jovens souberam escolher, isto é, não aceitaram a alimentação oferecida aos deuses da Babilônia e por isso, Deus retribuiu conforme a fidelidade.
A ATITUDE DE DANIEL E DE SEUS AMIGOS
Daniel é apresentado em três poses diferente:
Primeira, pose de jovem dedicado, escolheu não contaminar.
Segunda pose, mesmo sendo jovem tornou-se modelo de excelência.
E como terceira pose, foi íntegro a Deus em meio a uma sociedade corrupta.
Com o aumento do pecado o cristão autêntico não poderá se deixar levar pelo ato da contaminação. Para isto o cristão deverá tomar cuidado com a concupiscência dos olhos, da carne e com a soberba da vida.
Palavra Final
Muitos são os modelos para uma vida cristã autêntica. No contexto bíblico inúmeros nomes são lembrados como, por exemplo: Abraão, Moisés, Davi, João, Paulo e dentre outros. Daniel é um destes a ser lembrado, porém o que chama atenção é que Daniel já se tornava modelo de excelência nos dias da sua vida.
Por fim, o indivíduo não poderá justificar erros pela corrupção dos outros. Daniel vivia em meio a um povo corrupto, porém, mesmo assim não se corrompeu, mas foi íntegro a Deus. a integridade está diretamente associada com as faculdades da alma, que são: emoção, conhecimento e vontade.
Ao contrário de Salomão o profeta Daniel na sua velhice não se distanciou de Deus e nem sentiu se ameaçado ao ponto de parar suas atividades espirituais. Por isso, mesmo sendo um homem idoso, o profeta Daniel permaneceu no que tinha aprendido e ensinado no longo dos seus dias de juventude.

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Eu sou o que a Bíblia diz que eu sou: Conquistador


Eu sou o que a Bíblia diz que eu sou: Conquistador
Texto: Era, porém, Josué já velho, entrado em dias; e disse-lhe o Senhor: já estás velho, entrando em dias; e ainda muitíssima terra ficou para possuir (Josué 13.1).
Josué foi o sucessor de Moisés e coube a ele a missão de guiar o povo israelita para conquista da terra prometida. A biografia de Josué é marcada pelas suas qualidades no que corresponde à coragem, a prestação de serviço tanto a Moisés como a Deus, e por fim, na conquista de Canaã.
Porém, não só Josué é o personagem marcante neste período da história de Israel. Há também em destaque a meretriz Raabe que colheu resultados por tomar decisões certas. Pois, resultados são provenientes de escolhas. E por escolher o certo Raabe passou a fazer parte da genealogia de Jesus Cristo (Mt 1.5). Pois, as escolhas feitas no presente determinarão o futuro.
Josué o conquistador
Josué era filho de Num, descendente da tribo de Efraim (Êx 33.11) e maioral (príncipe) da sua tribo e como príncipe teve como missão espiar a terra prometida (Nm 13.2,3,8,16).
1- Josué como servo. Em Êxodo 17.8-16, Josué recebeu a missão de Moisés para liderar o exército de Israel contra ao amalequitas. A missão de Josué era dupla: escolher homens certos e sair para a guerra (Êx 17.9). Portanto, Josué foi fiel na missão em escolher pessoas e também fiel no ir para a guerra. Já em Êxodo 24.13, Josué acompanhou o seu líder até o pé do monte. Moisés esteve quarenta dias na presença de Deus e Josué permaneceu o mesmo período no pé do monte.
Em Êxodo 33.11 Josué é apresentado como servidor de Moisés que não se afastava da tenda, como resultado da prestação de serviço o que Moisés recebia da parte de Deus Josué também desfrutava, assim, o moço sucessor de Moisés na liderança do povo de Israel, desfrutava da presença do Senhor.
Procura apresentar-se a Deus aprovado (conduta espiritual), como obreiro que não tem de que se envergonhar (conduta disciplinar), que maneja bem a palavra da verdade (conduta pedagógica) 2 Tm 2.15. As três condutas acima citadas são notórias na vida de Josué: homem espiritual, disciplinar e que através do seu modo de vida torna-se um mestre para as futuras gerações.
2- Josué como líder. A liderança de Josué foi por Deus aprovada. Foi o próprio Deus que falou a Moisés sobre a pessoa de Josué em sucedê-lo na liderança dos israelitas (Nm 27. 18-23). Após a morte de Moisés o novo líder de Israel recebeu de Deus regras fundamentais para uma liderança eficaz (Js 1. 5-9):
a)        O ponto inicial para uma liderança eficaz é saber a origem do chamado, ou seja, quem o chamou? (v.5).
b)        Ter um mentor. No caso de Josué o mentor era Moisés (v.5).
c)        Reconhecer a ação de quem o chamou em prol da realização da missão outorgada. Ele não deixará e nem nos desamparará (v.5).
d)        Devemos esforçar e ter bom ânimo (v.6).
e)        Manter íntegro conforme a palavra do Senhor (v.7).
f)         Meditar na palavra do Senhor (v.8).
g)        Gozar da presença de Deus (v.9).
Raabe pela fé não pereceu com os incrédulos
Mulher virtuosa quem a achará? (Pv 31.10), na narrativa do livro de Provérbios a mulher virtuosa terá o coração do marido preso a ela (Pv 31.11), ela pratica o bem e não o mal (Pv 31.12), é esforçada e dada ao serviço (Pv 31.13), é provedora (Pv 31.14), e é conhecida pela força, pela glória e pela esperança (Pv 31.25).
Enquanto a mulher virtuosa possui as características acima citadas a segunda personagem importante na conquista de Jericó é uma meretriz. Raabe por ser uma meretriz não teria de fato o coração do marido preso a sua pessoa. Porém, Raabe não teve orgulho em seu povo, mas ao contrário acolheu em paz os espias.
Portanto, seguem-se algumas características de Raabe:
a)        Raabe foi uma mulher corajosa ao ponto de acolher os espias em paz (Hb 11.31).
b)        Raabe tinha um coração bom.
c)        Raabe foi uma mulher de fé.
d)        Raabe soube fazer escolhas.
A fé de Raabe é mencionada em Hebreus como exemplo de salvação pela fé.
A conquista de Jericó
Segundo relatos arqueológicos a muralha possuía dois muros; um interno e outro externo. O muro interno possuía 4 metros de largura, enquanto o externo possuía 2 metros e eram separados por uma distancia de 5 metros, sendo que ambos possuíam 10 metros de altura. Daí o nome muralha.
Três seriam as medidas utilizadas por Josué para adentra em Jericó: primeira medida, passar por cima; segunda medida, cavar um túnel e terceira medida, perfurar a muralha. Nenhuma destas medidas foi por Deus apresentada, se por acaso algumas delas fossem aplicadas seriam soluções humanas para vencer a muralha.
A cidade de Jericó deveria ser rodeada uma vez por dia sendo repetida esta prática por seis dias e no sétimo dia deveria ser rodeada por sete vezes. Somando um total de treze vezes. E na frente estavam os sacerdotes e a Arca do Senhor (Js 6. 1-27).
 Três coisas foram fundamentais para a conquista de Jericó: a Arca de Deus, a ação humana em obedecer a Deus e o tempo.
Palavra Final
 Sem a presença de Deus não haveria a conquista, portanto a primeira coisa fundamental para a conquista pela fé é possuir a presença de Deus. No texto a presença de Deus é representada pela Arca do Senhor. Segundo, Deus ordenou aos israelitas a rodearem a muralha. E por fim, associado à ação humana vem o tempo em que Deus determinou para que a muralha fosse rodeada, isto é, durante sete dias.
Josué e Raabe ultrapassaram barreiras difíceis de serem transpostas e conquistaram pela fé a vitória.

Eu sou o que a Bíblia diz que eu sou: Bênção para as nações


Eu sou o que a Bíblia diz que eu sou: Bênção para as nações
Texto: E será que, se ouvirdes a voz do Senhor, teu Deus, tendo cuidado de guardar todos os seus mandamentos que eu te ordeno hoje, o Senhor, teu Deus, te exaltará sobre todas as nações da terra. E todas estas bênçãos virão sobre ti e te alcançarão, quando ouvires a voz do Senhor, teu Deus. (Dt 28. 1,2).
Do monte Gerizim Deus outorgaria bênçãos aos israelitas. Gerizim é uma palavra de origem hebraica que significa terra estéril. Porém, para que houvesse a concretização da bênção Divina era necessário que o povo se atentasse para as condições definidas por Deus. E ao serem fiéis ao que Deus tinha condicionado o povo desfrutaria toda sorte de bênção.
As condições
Duas são as condições citadas por Moisés que conferiria a convalidação da promessa de bênção; o ouvir a voz do Senhor e o cuidado em guardar os mandamentos.
1- Ouvir a voz do Senhor. O termo ouvir não corresponde apenas ao fato de escutar sem outorgar atenção, mas corresponde com o ouvir com atenção, ou seja, pronto para mudar de atitudes.
A voz do Senhor é proferida pelos santos profetas. E é pregada pelos mais dignos pregadores. Logo, é de responsabilidade de cada cristão, assim como seria de responsabilidade dos israelitas, ouvir e praticar a Palavra de Deus.
2- O cuidado em guardar os mandamentos. Os mandamentos são entendidos em duas divisões básicas; o relacionamento com Deus e o relacionamento com o próximo.
No que corresponde ao relacionamento com Deus, três condições são inseridas:
Primeira condição, os israelitas deveriam amar a Deus acima de todas as coisas (amar abrange ações como a adoração).
Segunda condição, não comparar deuses fictícios ao Senhor.
E, terceira, não tomar o nome do Senhor em vão.
Já no que corresponde ao próximo os israelitas deveriam amar, sendo que este amor iniciaria na própria casa, ou seja, no seguinte fato honrar pai e mãe.
Portanto, se os israelitas guardassem os mandamentos outorgados por Deus, os mesmos desfrutariam de toda sorte de bênção.
A abrangência da Bênção Divina
A benevolência do Senhor se expressaria em todos os domínios da vida: na cidade e no campo, na descendência do homem e dos animais, na preparação da alimentação, nas viagens, nos conflitos e em celeiros fartos.
1- Abençoado na cidade e no campo. Bendito serás tu na cidade e bendito serás no campo (v.3). Habilidades para o trabalho no campo, assim como em atividades na zona urbana são outorgados por Deus. Logo, Deus é quem prospera toda atividade desenvolvida por aqueles que são obedientes à sua Palavra.
2- Abençoado em sua descendência e na descendência dos animais. Portanto, não haveria ser estéril no meio dos israelitas. Pois, Deus abriria a madre da mulher outorgando-lhe filhos, abriria a madre das ovelhas, assim como dos animais, outorgando-lhe multiplicação dos bens, e por fim, a terra não seria estéril.
3- Abençoado no preparo dos alimentos. Deus em qualquer circunstância retiraria a morte da panela, assim como concretizaria o milagre da multiplicação (2 Rs 4.40,41; Mt 14.17,21).
4- Abençoado nas viagens. As viagens são sempre lembradas com os desafios inerentes à mesma, como por exemplo: os acidentes e os furtos. Logo, os israelitas seriam abençoados, pois Deus outorgaria proteção, não permitindo furtos, fato social que era constante naquele período.
5- Abençoado em meios aos conflitos. Sociologicamente conflito tem como significado luta inconsciente. Porém, conforme o texto o conflito aqui presente corresponde com algo consciente, isto é, armadilha e ciladas, mas se por um caminho os inimigos saírem contra o cristão, por sete eles terão que fugir (v.7).
6- Abençoado com celeiros fartos. O versículo 8, enfatiza duas fontes de riqueza; o trabalho é a primeira fonte de riqueza, e em tudo que puseres a tua mão, e a segunda fonte é a terra, e te abençoará na terra que te der o Senhor. Logo, não haveria falta de mantimento, pois Deus possibilitaria o trabalho e o fruto da terra para os obedientes aos seus mandamentos.
Palavra Final
Para que as bênçãos do Senhor os acompanhassem os israelitas não deveriam desviar nem para direita e nem para a esquerda e as bênçãos se concretizaria no fato em que Deus abriria o bom tesouro para dar chuva em seu tempo, em suma Deus tornaria o povo cabeça e não cauda, onde estes estariam por cima e não por baixo, emprestaria a muitos e não tomaria emprestados (Dt 28.12,13). Portanto, o cristão não poderá esquecer que eu sou o que a Bíblia diz que eu sou: bênção para as nações.

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Subsídio para aulas da EBD – A Família que sobreviveu ao Dilúvio


Subsídio para aulas da EBD – A Família que sobreviveu ao Dilúvio
A verdade prática é categórica em afirmar que apesar da corrupção generalizada do mundo atual, é possível manter nossa família nos padrões da Palavra de Deus.
A verdade prática outorga ênfase para com a instituição família e também para com a Palavra de Deus. A família poderá ser definida pelas seguintes palavras, conjunto de pessoas que possui mesma origem, e poderá ser dividida para melhor compreensão em tipos diferentes, como por exemplo, família nuclear e família extensiva.
Já sobre a Palavra de Deus há uma citação de João Calvino que proporciona riquezas espirituais:
Leia os escritos dos maiores oradores e filósofos do mundo, reconheço que te atrairão, deleitarão e comoverão as tuas afeições de modo maravilhoso; mas se te dedicares, em seguida, à leitura da Palavra de Deus, ela te afetará tão poderosamente, entrará tão profundamente no teu coração, tomará posse de tal maneira dos teus sentimentos mais íntimos, que o poder da oratória e o da filosofia parecerão como nada em comparação com ela.
Logo, a família que for conduzida pela Palavra será uma família abençoada em todos os sentidos.
I – DEUS ANUNCIA O DILÚVIO
O capítulo 5 de Gênesis relata a genealogia de Sete, que se inicia com Adão e encerra com Noé e seus filhos. Noé foi o décimo depois de Adão, filho de Lameque, e o seu nome tem como significado repouso; “E chamou o seu nome Noé, dizendo: Este nos consolará acerca de nossas obras e do trabalho de nossas mãos, por causa da terra que o Senhor amaldiçoou” (Gênesis 5.29).
O anúncio do dilúvio e a causa deste tão extraordinário acontecimento ocorreram pelo seguinte motivo à violência. A violência se propaga com a junção dos descendentes de Sete com os de Caim, daí gigantes nasceram sobre a Terra e passaram a serem temidos. Com o aumento da violência Deus prometeu destruir os habitantes que não ouvisse a Palavra para o arrependimento.
Porém, como nunca havia chovido sobre a terra, os homens não acreditaram na mensagem. Logo, assim como foram nos dias de Noé, será também na vinda do Filho do Homem. Naquele período os homens acreditavam mais na tecnologia do que na Palavra de Deus, assim como nos dias atuais.
II – A CONSTRUÇÃO DA ARCA
Noé era justo e sábio. Segundo registros da antiguidade Noé tinha conhecimento da medicina e foi um exímio conhecedor dos animais. Pois, Noé foi o marcador de tempo, tanto para com as gerações anteriores e posteriores do dilúvio. Mas, a missão de Noé era construir a arca (Gn 6.14) e conduzir à mesma a sua família e os animais.
A palavra arca no hebraico significa um objeto flutuante, aqui neste texto. A arca construída por Noé possuía a capacidade de carga correspondente a 300 vagões ferroviários. E alguns calculam que a mesma poderia compor cerca de 7.000 tipos de animais. Já outros estudiosos acrescenta a capacidade da arca a dez mil espécies de mamíferos, aves, répteis e anfíbios, calculando dois de todas as espécies dentro da arca, pois o espaço daria para 35.200 animais, aproximadamente.
III – O DILÚVIO
O dilúvio foi o castigo divino universal sobre o mundo em que a sociedade era marcada por uma tríplice característica:
Maldade (Gn 6.5).
Corrupção (Gn 6.11).
E violência (Gn 6.13).
O versículo 11 do capítulo 7 está escrito que as fontes do grande abismo foram rompidas, provavelmente ocorreu naquele instante: vulcões e terremotos na terra, ocasionado à evaporação e o firmamento que compunha a atmosfera foi naquele instante transformada no dilúvio.
IV – O JUÍZO DE DEUS
O dilúvio foi um juízo universal de Deus para com aqueles que não deram crédito na mensagem pregada por Noé, assim também, aqueles que não derem crédito na Palavra do Senhor, pregada pela igreja, sofrerão o juízo divino de Deus.
Dentre tantos tipos de juízos tratados na Bíblia, cinco são de suma importância para análise:
Primeiro: o julgamento dos pecados dos homens na cruz de Cristo (Jo 13.31).
Segundo: o julgamento das obras dos crentes diante do Tribunal de Cristo (Rm 14.10).
Terceiro: o julgamento das nações vivas, na parousia de Cristo (Mt 25.32).
Quarto: o julgamento de Israel, na volta de Cristo (Ez 20.33, Mt 19.28).
Quinto: o julgamento do Grande Trono Branco (Ap 20.11-15). O Juízo Final não é uma hipótese é um acontecimento que está determinado por Deus para julgar e condenar os ímpios sem nenhuma apelação.
 Palavra Final: A vida era seguida da melhor maneira possível, sem preocupações e com toda a atividade diária; comiam, bebiam, casavam e davam em casamento (Mt 24.37). Porém, a relação social e espiritual não era focada pela harmonia, pois, a terra estava cheia de violência (Gn 6.11), e viu Deus a terra, e eis que a mesma estava corrompida (Gn 6.12). Nos dias hodiernos a realidade é idêntica aos dias de Noé, por isso, o Senhor Jesus alerta para a necessidade da vigilância. A maldade, a violência e a corrupção são fenômenos espirituais marcantes desta geração. Assim, como Noé foi fundamental para marcação de um novo tempo, o tempo de restauração, a igreja deverá ser nos dias atuais o instrumento de Deus para fazer deste tempo um tempo de restauração e de bênção.